TSE cita ‘intervenção militar’ e manda derrubar grupos de Telegram e WhatsApp

Corte reagiu aos atos de caminhoneiros, que se espalham pelo país

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, durante uma sessão plenária na Corte – 27/10/2022 | Foto: Reprodução/YouTube

Desde a tarde da segunda-feira 31, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem determinando a remoção de grupos do WhatsApp e do Telegram, em que caminhoneiros organizam as paralisações, que já alcançam 22 Estados mais o Distrito Federal. Os atos são contra a vitória do ex-presidente Lula na eleição.

Os ofícios do TSE estabelecem a remoção de conteúdos “que incitem grave perturbação de ambiente democrático” e instiguem “a intervenção militar ou a aplicação desvirtuada do artigo 142 da Constituição”. Os aplicativos de mensagens instantâneas estão acatando as ordens do TSE gradativamente.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, que obteve a decisão, o Telegram foi o principal app usado para as convocações, e, quando a empresa começou a bloquear grupos a pedido do tribunal, eles migraram para o WhatsApp. Os atos seriam a favor da intervenção militar, o que ainda não se confirmou.

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