Preços dos alimentos tendem a cair após queda dos custos; saiba os motivos

Presidente da Associação Brasileira do Agro explica que deflação, declínio no preço do petróleo e melhora no cenário internacional tendem a beneficiar o setor no segundo semestre

Com a invasão da Rússia à Ucrânia, o mercado internacional passou a operar diante de uma situação pouco usual: forte alta na cotação do barril de petróleo, aumento do dólar e uma restrição na exportação de fertilizantes. Todos esses são pontos cruciais que impactam nos preços dos alimentos mundo afora. Aqui no Brasil, o consumidor passou a ter seu poder de compra restringido pelo cenário global. Passados seis meses desde o início do conflito, o setor vem se adaptando à nova realidade, bem como os governos ucraniano de Volodymyr Zelensky e russo de Vladimir Putin passaram a realizar tratados comerciais. Paira, porém, o questionamento sobre o futuro do agronegócio para o segundo semestre. Segundo especialistas ouvidos pela Jovem Pan, trata-se de um cenário otimista em decorrência da deflação no Brasil, bem como o alívio nos custos de produção dos principais alimentos dos supermercados.

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