Marcola e PCC: visitas ao chefe da facção revelam plano de fuga e conselhos ao filho

Gravações entre o líder do grupo criminoso e sua família foram monitoradas durante um ano e meio; Polícia Federal identificou códigos utilizados para tratar sobre escape do detento

Marcos Willian Herbas Camacho, o Marcola, confessou em conversa com sua esposa que planeja escapar das prisões

O líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, popularmente conhecido como Marcola, passou a ser alvo de investigações da Polícia Federal após o criminoso utilizar o parlatório das penitenciárias onde esteve detido para enviar mensagens cifradas. Segundo os agente de segurança pública e gravações obtidas pela Rede Globo e TV Record, Marcola – que já foi condenado a mais de 300 anos de prisão -, utilizou em uma conversa com sua esposa, Cynthia Giglioli Herbas Camacho, uma referência aos seus processos no “STF” e no “STJ”. A siglas, porém, são referências a dois planos de fuga do líder do PCC e de outras figuras importantes do grupo criminoso das Penitenciárias Federais de Brasília e Porto Velho. “Eu queria um favor do doutor Bruno [membro do PCC fora da prisão], que eu estou pedindo para ele três meses um advogado que cuida de instância superior [planos de fuga]. Eu gostaria muito que, quando ele viesse aqui, ele viesse com a resposta já se o cara vai vir ou não vai, porque daí eu contrato outro. (…) Para STF, STJ [planos de fuga]. Essas coisas, entendeu?”, pediu Marcola a sua companheira.

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