Aliados de Haddad veem margem para crescimento nas pesquisas e projetam disputa com Tarcísio no segundo turno

Campanha acredita que, em caso de disputa com candidato de Bolsonaro, ex-prefeito pode se beneficiar da relação de Alckmin com eleitor conservador para conquistar ‘voto volátil’ de Rodrigo Garcia

O resultado da mais recente pesquisa Datafolha com as intenções de voto para o governo do Estado de São Paulo foi celebrado pela campanha do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), mas não surpreendeu. Dirigentes do partido ouvidos pela Jovem Pan dizem que o desempenho do petista está dentro do esperado e veem margem para crescimento nas próximas semanas. Há uma razão objetiva para isso: no maior colégio eleitoral do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 44% das intenções de voto, de acordo com o instituto. O ex-gestor da capital, por sua vez, tem 38%. “Temos um espaço considerável para crescer”, afirmou à reportagem o secretário nacional de comunicação do PTJilmar Tatto, um dos coordenadores da campanha de Haddad. A força de Lula como cabo eleitoral não é o único elemento citado por aliados de Haddad. O núcleo duro da campanha aposta nas figuras dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin e Márcio França, ambos do PSB, para conquistar o voto de um eleitor que tradicionalmente não apoia o PT. Político que por mais tempo governou o Estado, Alckmin é visto como um trunfo, em especial, para aproximar o ex-prefeito da capital paulista do público conservador e evangélico.

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